quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

UM MINISTRO... À DEFESA?

Este Ministro da Defesa, se estivesse perante um Tribunal, não sei bem o que responderia em sua... defesa, mas certamente ninguém o acreditaria pelo simples facto de ser indefensável a sujeira que parecem ter as suas palavras, quando diz:  “Há quem queira instrumentalizar uma associação para fazer política.” Foi assim que o ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, reagiu, nesta quarta-feira, à carta aberta que a Associação de Oficiais das Forças Armadas enviou ao governante e na qual sustenta "nada [os] obriga a serem submissos".
Recentemente, Aguiar-Branco afirmou que aqueles militares que "não sentem vocação, estão no sítio errado. Se não sentem, antes de protestar precisam de mudar de carreira. Sem drama, sem ressentimentos".
Quem teima em semear a discórdia entre os Militares, como é o caso dos dois últimos Governos,  não deve estar muito satisfeito com a sorte que lhe caíu de páraquedas quando aconteceu o 25 de Abril. Pena é que não tenha servido de muito todo o sacrifício que veio a ser exigido ao "Povo em Armas", expressão que não gosto muito... mas que é real.
Os Militares CUMPRIRAM excrupulosamente aquilo a que, em sã consciência, se obrigaram, como  foi o entregarem a política aos políticos... mas estes esqueceram-se de que as responsabilidades na democratização são recíprocas.
Para a AOFA, o direito ao protesto, à denúncia, existe e não pode ser confundido com fazer política. "Denunciar perante a opinião pública as medidas lesivas e (...) carregadas de falta de respeito pela dignidade de quem jurou e serve abnegadamente (sem se servir) a pátria é fazer política?", interroga a AOFA. "Será portanto política alertar para (...) a penalização dos militares e das Forças Armadas, dando a conhecer, a título de exemplo, a forma como (...) os militares vêem o modo como tem vindo a ser tratado o dossier BPN, obrigando uma significativa parcela do orçamento a ser desviada para dar cobertura, tudo leva a crer, às consequências de criminosos desmandos?"
A carta aberta é uma resposta a declarações recentes  de Aguiar-Branco sobre as Forças Armadas e que terão caído mal entre os militares. "As Forças Armadas são insustentáveis, senhor ministro? Não são! Estão!", argumenta a AOFA, que contesta também os cortes orçamentais e a equiparação dos militares aos funcionários públicos. Outras queixas têm a ver directamente com a carreira, como o congelamento das promoções.
Na minha terra diz-se que quem mexe muito na porcaria torna o ar irrespirável, porque a porcaria deixa tudo 'nauseabundo'.
Porque será que este advogado não esgrime em sua defesa qualquer coisa que nos leve a dizer: BENZA-O DEUS! É UMA BENÇÃO TER ESTE FULANO A OLHAR PELAS FORÇAS ARMADAS!
Só que ele, Aguiar Branco, está a ver-se 'negro' para calar a revolta que nos vai na alma! Porque será?

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

O ROUBO IGNÓBIL DO ANTIGO GOVERNO ...

O ex-primeiro ministro, que actualmente estuda Ciência Política em Paris, também considera que as dívidas dos estados são eternas por definição. Foi a primeira vez que falou em público depois de ter deixado o Governo:
«A minha visão é que para países como Portugal e Espanha a ideia de que agora é preciso pagar a dívida é uma ideia de criança. As dívidas dos países, pelo menos foi o que eu estudei em economia, são por definição eternas. As dívidas gerem-se, foi assim que eu estudei. É claro que não podemos deixar crescer muito, porque isso pesa sobre os encargos. Todavia, para um país como Portugal é absolutamente essencial, para a sua modernização e para o seu desenvolvimento, ter financiamento, quer para a modernização das suas infraestruturas, quer para a modernização das suas políticas, quer para o crescimento da sua economia. É assim que eu vejo as coisas».


Quanto à crise do euro, confessa que estamos a atravessar «tempos horríveis em Portugal e na Europa», mas acredita que «a Europa não vai ficar na mesma». «Eu darei tudo para que ande para a frente», frisou, aproveitando para lembrar que o Tratado actual chama-se de Lisboa e isso dá-lhe um prazer pessoal: «O que fizemos foi obra de tanta gente que ao ver a situação actual parte-me o coração».
Mesmo no final, uma derradeira questão sobre o que mudaria na sua passagem pelo Governo. O tempo já era escasso, mas Sócrates teve mais uma tirada filosófica: «Vou citar-vos Nietzsche: Arrependermo-nos é errar duas vezes. Considero que o mais importante para alguém como eu, que terminou um mandato, e não perder tempo a olhar para trás. Não quero perder um minuto da minha felicidade no futuro pensando no que poderia fazer diferente no passado».
José Sócrates já respondeu às críticas de que foi alvo depois de ter falado da dívida portuguesa numa conferência em França («Algumas chaves para compreender o Portugal actual»).
Um encontro com alunos realizado a 3 de Novembro, nas instalações da Sciences Po. em Poitiers. Sócrates é aluno nesta instituição, mas na escola doutoral de Paris.
Um apaniguado do antigo primeiro-ministro garante que quando se referiu que pagar a dívida era
«uma ideia de criança» se referia  ao «pagamento da dívida por inteiro e de forma imediata».
Sócrates terá ainda dito que não sabia que estava a ser filmado. Isto apesar da conferência ter sido devidamente anunciada através de cartazes no local e no site da instituição.
NOTA: Não é uma coisa natural julgar-se um ladrão pelos crimes de lesa-propriedade cometidos? Então se o gatuno rouba 10 milhões de pessoas e os coloca na miséria, pois ficam os roubados a dever 15 mil Euros cada um, não seria tempo de ser julgado o tenebroso José Sócrates, o seu amigo do peito Basílio Horta e toda a camarilha que andou a brincar com as pessoas que haviam caído no conto do vigário engendrado pelo Partido Socialista?
Crie-se um Tribunal do Povo para julgar aqueles que têm atentado contra os seus direitos... e condenem-se, doa a quem doer!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

PORTUGAL...terá futuro?

O senhor Basílio Vira-casacas, das Hortas ou o quer que seja, lá anda pela Assembleia da República a espalhar o seu charme venenoso, tentando justificar o porquê de ter trocado o "seu"  CDS, de que foi um fundador, pelo prato de de lentilhas que lhe foi prodigalizado pelo anterior Primeiro Ministro Sócrates. É que estava ciente de que lhe seria dado todo o apoio na campanha para a Presidência da República, depois que andou a fazer o frete de estar à frente da  Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, EPE, desde Julho de 2007, de que foi Presidente.
Talvez agora, porque voltou a ter tacho certo no Parlamento, a esperança de vir a ser escolhido para Belém lhe volte à "mona". Não seria mais prático este acrobata político ter acompanhado o seu gurú Zé Sócrates, até ao exílio dourado de Paris? Já ali havia estado o pai Marocas Só-ares... era mais um.
E já agora... o Basilinho foi inscrito por Leiria, por alma de quem? É que esta cidade merecia melhor representação, acreditem ou não.
Uma pergunta à Procuradoria Geral da República: Quando está prevista a instauração do competente processo-crime contra aqueles ladrões que delapidaram o País nos últimos 6 anos?
Já foi pedida a devolução dos milhões desviados pela família Sócrates para os paraísos fiscais? Não se acha ser tempo disso?
Quanto está Sócrates a pagar pelo colégio dos seus pimpolhos? Não será o dinheiro dos abonos de família não pagos em Portugal?
Quem souber que responda! O futuro desta Pátria tão roubada está nas mãos dos Portugueses que saibam dar resposta a estas questões.

domingo, 13 de novembro de 2011

E AINDA FAZEM GREVES ... Inacreditável !! .


Há maquinistas que ganham 50 mil euros
 Os trabalhadores da CP - que hoje estão mais uma vez em greve, nomeadamente, contra os cortes salariais -, têm vencimentos anuais muito acima da média portuguesa. De acordo com a folha salarial da CP a que o SOL teve acesso, um inspector-chefe de tracção recebe 52,3 mil euros, há maquinistas com salários superiores a 40 mil euros e operadores de revisão e venda com remunerações que ultrapassam os 30 mil euros por ano.
No total, os trabalhadores da CP dispõem de 195 itens que contribuem para 'engordar' a sua remuneração variável no final do ano. O número atípico de apoios, ajudas e subsídios tem contribuído para que a empresa engrosse a factura com remunerações. Em 2009 foi de 104,5 milhões de euros anuais (segundo os últimos dados disponíveis).
«O salário dos maquinistas, por exemplo, engloba abonos de produção, subsídios fiscais, ajudas de custo e subsídio de agente único», explica fonte oficial da empresa pública. «Só por se apresentar ao trabalho, cada maquinista recebe mais de seis euros por dia, devido ao subsídio de assiduidade».
Os diversos subsídios são resultado das negociações entre as várias administrações que têm passado pela empresa e os sindicatos de trabalhadores ao longo dos anos. Ao todo, representam mais de metade - 54,3% - dos encargos totais com salários.
Apenas em subsídios de condução, a CP gasta cerca de quatro milhões de euros, aos quais se juntam 2,4 milhões de euros em prémios de condução e 3,3 milhões de euros em prémios de chefia.
«O tempo médio de escala dos maquinistas é de oito horas por dia, num total de 40 horas semanais. Mas, em média, o tempo de condução está entre as três e as quatro horas diárias», sublinha a mesma fonte.
Já as diuturnidades (subsídio por antiguidade) custam 3,3 milhões de euros à empresa e os gastos o pagamento por trabalho em dias de descanso não compensados ascendem aos 4,5 milhões de euros.
Os trabalhadores da CP fazem greve às horas extraordinárias, devido ao anúncio de 815 despedimentos no grupo e aos cortes salariais exigidos pelo Governo. A CP prevê «fortes perturbações» na circulação de comboios, durante os dias de greve.
Também no Metropolitano de Lisboa, outra empresa detida pelo Estado, existem vencimentos de luxo. Há uma secretária administrativa que recebeu 64,6 mil euros em 2010, dos quais 5,7 mil dizem respeito a subsídios de carreira administrativa.
No total, existem 14 técnicos superiores que ganham mais do que os vogais do conselho de administração. Um destes técnicos auferiu 114 mil euros em 2010, mais 42 mil euros do que o chairman.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Quem deve o quê e a quem ?... (CONCLUSÃO)

- Meu caro Georges Papandreou... és o elo mais fraco! Adeus!"
Como resposta ao que a revista Stern havia publicado e consta da postagem anterior, publicou a mesma Stern uma carta aberta de um grego, dirigida a Wuelleenweber:
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"Caro Walter,
Chamo-me Georgios Psomás. Sou funcionário público e não “empregado público” como, depreciativamente, como insulto, se referem a nós os meus compatriotas e os teus compatriotas.
O meu salário é de 1.000 euros. Por mês, hem!... não vás pensar que por dia, como te querem fazer crer no teu País. Repara que ganho um número que nem sequer é inferior em 1.000 euros ao teu, que é de vários milhares.
Desde 1981, tens razão, estamos na mesma família. Só que nós vos concedemos, em exclusividade, um montão de privilégios, como serem os principais fornecedores do povo grego de tecnologia, armas, infraestruturas (duas autoestradas e dois aeroportos internacionais), telecomunicações, produtos de consumo, automóveis, etc.. Se me esqueço de alguma coisa, desculpa. Chamo-te a atenção para o facto de sermos, dentro da U.E., os maiores importadores de produtos de consumo que são fabricados nas fábricas alemãs.
A verdade é que não responsabilizamos apenas os nossos políticos pelo desastre da Grécia. Para ele contribuíram muito algumas grandes empresas alemãs, as que pagaram enormes “comissões” aos nossos políticos para terem contratos, para nos venderem de tudo, e uns quantos submarinos fora de uso, que postos no mar, continuam tombados de costas para o ar. (Igual ao que aconteceu com Portugal...)
Sei que ainda não dás crédito ao que te escrevo. Tem paciência, espera, lê toda a carta, e se não conseguir convencer-te, autorizo-te a que me expulses da Eurozona, esse lugar de VERDADE, de PROSPERIDADE, da JUSTIÇA e do CORRETO.
Estimado Walter,
Passou mais de meio século desde que a 2ª Guerra Mundial terminou. QUER DIZER MAIS DE 50 ANOS desde a época em que a Alemanha deveria ter saldado as suas obrigações para com a Grécia.
Estas dívidas, QUE SÓ A ALEMANHA até agora resiste a saldar com a Grécia (Bulgária e Roménia cumpriram, ao pagar as indemnizações estipuladas), e que consistem em:
1.    Uma dívida de 80 milhões de marcos alemães por indemnizações, que ficou por pagar da 1ª Guerra Mundial;
2.    Dívidas por diferenças de clearing, no período entre guerras, que ascendem hoje a 593.873.000 dólares EUA.
3.    Os empréstimos em obrigações que contraiu o III Reich em nome da Grécia, na ocupação alemã, que ascendem a 3,5 mil milhões de dólares durante todo o período de ocupação.
NOTA: (A Alemanha ocupou militarmente a Macedônia central e oriental, com o importante porto de Salónica; a capital Atenas, as ilhas do Egeu  setentrional e a ilha de Creta. A Bulgária, por sua participação, anexou a Tracia. Os italianos obtiveram o controle do resto da Grécia. O governo militar do general Tsolakoglu foi um governo fantoche baixo as ordens da Alemanha, como o de Pétain na França de Vichy, ou de Quisling na Noruega .)
 4.    As reparações que deve a Alemanha à Grécia, pelas confiscações, perseguições, execuções e destruições de povoados inteiros, estradas, pontes, linhas férreas, portos, produto do III Reich, e que, segundo o determinado pelos tribunais aliados, ascende a 7,1 mil milhões de dólares, dos quais a Grécia não viu sequer uma nota.
5.    As imensuráveis reparações da Alemanha pela morte de 1.125.960 gregos (38,960 executados, 12 mil mortos como dano colateral, 70 mil mortos em combate, 105 mil mortos em campos de concentração na Alemanha, 600 mil mortos de fome, etc., etc.).

 6.    A tremenda e imensurável ofensa moral provocada ao povo grego e aos ideais humanísticos da cultura grega.O estado nazista levou a fundo as teorias raciais, com a construção dos campos de concentração para o extermínio de judeus (onde 6 milhões de judeus foram mortos), e com o consentimento da sociedade alemã e boa parte da Europa, onde os alemães colocaram a raça ariana como sendo uma raça humana superior às demais. Jamais se poderá entender ou dizer que a perseguição aos judeus, homossexuais e negros na Alemanha nazista foi um ato racista apenas do Hitler e do seu governo ou mais uma dúzia de pessoas, porque foi um ato coletivo da sociedade alemã. O governo de Hitler executou o que  estava difundido e enraizado na mentalidade européia e consequentemente na Alemanha, por conta das teorias raciais.

 Amigo Walter, sei que não te deve agradar nada o que escrevo. Lamento-o. Mas mais me magoa o que a Alemanha quer fazer comigo e com os meus compatriotas.
Amigo Walter: na Grécia laboram 130 empresas alemãs, entre as quais se incluem todos os colossos da indústria do teu País, as que têm lucros anuais de 6,5 mil milhões de euros.
Muito em breve, se as coisas continuarem assim, não poderei comprar mais produtos alemães porque cada vez tenho menos dinheiro. Eu e os meus compatriotas crescemos sempre com privações, vamos aguentar, não tenhas problema.
Podemos viver sem BMW, sem Mercedes, sem Opel, sem Skoda.
Deixaremos de comprar produtos do Lidl, do Praktiker, da IKEA.
Mas vocês, Walter, como se vão arranjar com os desempregados que esta situação criará, que por aí os vai obrigar a baixar o seu nível de vida, perder os seus carros de luxo, as suas férias no estrangeiro, as suas excursões sexuais à Tailândia?
Vocês (alemães, suecos, holandeses, e restantes “compatriotas” da Eurozona) pretendem que saíamos da Europa, da Eurozona e não sei mais de onde.
Creio firmemente que devemos fazê-lo, para nos salvarmos de uma União que é um bando de especuladores financeiros, uma equipa em que jogamos se consumirmos os produtos que vocês oferecem: empréstimos, bens industriais, bens de consumo, obras faraónicas, etc.
 E, finalmente, Walter, devemos “acertar” um outro ponto importante, já que vocês também disso são devedores da Grécia:
EXIGIMOS QUE NOS DEVOLVAM A CIVILIZAÇÃO QUE NOS ROUBARAM!!!
Queremos de volta à Grécia as imortais obras dos nossos antepassados, que estão guardadas nos museus de Berlim, de Munique, de Paris, de Roma e de Londres.
E EXIJO QUE SEJA AGORA!! Já que posso morrer de fome, quero morrer ao lado das obras dos meus antepassados.
Cordialmente,
Georgios Psomás
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SERÁ QUE EM PORTUGAL DEU A DOENÇA DO SONO?
ESTÁ TUDO A DORMIR?
QUANTO GANHA O LAMBE BOTAS DURÃO BARROSO? E A CORJA QUE SE PAVONEIA NO PARLAMENTO EUROPEU? E NOS OUTROS LOCAIS EUROPEUS DE PUXA-SACOS A VIVER À CUSTA DO SACRIFÍCIO DO ZÉ PORTUGA?
POVOS DE PORTUGAL... ARRELIAI-VOS! É UM DIREITO QUE VOS ASSISTE O DA INDIGNAÇÃO... E ATÉ FOI ALGUÉM QUE TEM COMIDO À NOSSA CUSTA QUE O DISSE!
CANALHA FORA DE PORTUGAL...JÁ!!!

Quem deve o quê e a quem ?...

Em plena saudação NAZI
Parece que o Povo Português tem de encontrar rápidamente respostas para a crise em que tem de suportar o enriquecimento dos outros à custa do sacrifício dos mais desfavorecidos deste País, onde apenas os funcionários públicos e os militares são passiveis de ser sacrificados para encher os bolsos a uns tantos, que sempre viveram de benesses e continuam a mamar à conta do otário: NÓS, AQUELES QUE NÃO PODEMOS FUGIR AO FISCO PORQUE O PATRÃO CARRASCO CHAMADO ESTADO TEM A FACA E O QUEIJO NA MÃO, LOGO SE ENTRETEM A CORTAR POR ONDE LHE DER MAIS JEITO... E NÃO É PRECISO SER SOCIALISTA PARA O FAZER, PORQUE LERAM TODOS PELA MESMA CARTILHA.
A única maneira de acabar com isto é retomar o espírito do Povo de Lisboa em 1385 e vir para a rua gritar, não o: "ACUDAM O MESTRE QUE O MATAM NO PAÇO DA RIBEIRA!", mas o "GOVERNOS A ROUBAR TERÃO DE ACABAR!" e correr com essa camarilha daqui para fora.
É que são sempre os mesmos a ser roubados, porque quem nos devia governar não está atento sequer àquilo que se passa com os outros roubados da Europa dita comunitária.
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Há algum tempo, foi publicada, na revista alemã Stern, uma “carta aberta” de um cidadão alemão, Walter Wuelleenweber, dirigida a “caros gregos”, com um título e subtítulo: “Depois da Alemanha ter tido de salvar os bancos, agora tem de salvar também a Grécia.  Os gregos, que primeiro fizeram alquimias com o euro, agora, em vez de fazerem economias, fazem greves”.
"Caros gregos,
Desde 1981 pertencemos à mesma família.
Nós, os alemães, contribuímos como ninguém mais para um Fundo comum, com mais de 200 mil milhões de euros, enquanto a Grécia recebeu cerca de 100 mil milhões dessa verba, ou seja a maior parcela per capita de qualquer outro povo da U.E.
Nunca nenhum povo até agora ajudou tanto outro povo e durante tanto tempo.
Vocês são, sinceramente, os amigos mais caros que nós temos.
O caso é que não só se enganam a vocês mesmos, como nos enganam a nós.
No essencial, vocês nunca mostraram ser merecedores do nosso Euro. Desde a sua incorporação como moeda da Grécia, nunca conseguiram, até agora, cumprir os critérios de estabilidade. Dentro da U.E., são o povo que mais gasta em bens de consumo
Vocês descobriram a democracia, por isso devem saber que se governa através da vontade do povo, que é, no fundo, quem tem a responsabilidade. Não digam, por isso, que só os políticos têm a responsabilidade do desastre. Ninguém vos obrigou a durante anos fugir aos impostos, a opor-se a qualquer política coerente para reduzir os gastos públicos e ninguém vos obrigou a eleger os governantes que têm tido e têm.
Os gregos são quem nos mostrou o caminho da Democracia, da Filosofia e dos primeiros conhecimentos da Economia Nacional.
Mas, agora, mostram-nos um caminho errado. E chegaram onde chegaram, não vão mais adiante!!!"
Walter Wuelleenweber
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Na semana seguinte, a Stern publicou uma carta aberta de um grego, dirigida a Wuelleenweber, que será postada já a seguir.
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REFLEXÃO:
A fulana que comanda os destinos da Alemanha está também a comandar aqueles que lhe vão aparando o jogo, porque querem viver às custas dos mais pobres, que são explorados pelo poder económico de alemães e franceses. Ela, de ascendência comunista, pois é alemã de leste, está a rir-se dos Povos que venceram a Alemanha nas Guerras, por ela movidas, e que conseguiram reunificar as Alemanhas... voltando deste modo a vencer o Bloco em que acreditava (ou acredita), parece estar a levar a cabo uma vingança, parecendo pretender dar novas forças à Alemanha para dominar o mundo, qual Hitler de saias.
"Se os países [com défice] não cumprirem os próprios compromissos, terão de abdicar de uma parte da soberania."
 Eis Merkel a conseguir fazer com o dinheiro aquilo que o seu querido Adolfo Hitler não logrou  conseguir com as armas
Abre os olhos, Povo!